Lá se pensam, cá se fazem.

Native Scientist

inclusão social, ciência, role models, comunidades, português

Existem cerca de 2 milhões de crianças nas escolas portuguesas. No entanto, nem todas as crianças portuguesas estão em Portugal. Por exemplo, nas escolas inglesas o português é a segunda língua europeia mais comum, sendo falada por mais de 24 mil crianças. O número aumenta substancialmente se pensarmos em países como a França ou os Estados Unidos da América. Com a Native Scientist queremos aproximar cientistas e crianças portuguesas lá fora a fim de promover a ciência, a nossa língua, a responsabilidade social e uma saudável integração de todos na sociedade. Os desafios de uma criança emigrante em idade escolar são enormes e muitas vezes o acompanhamento por parte dos pais ou professores é pouco ou inexistente. Este projeto visa estabelecer pontes entre a emigração qualificada e não qualificada na diáspora portuguesa e entre a comunidade científica e a sociedade em geral. Para isso, queremos replicar o que temos feito no Reino Unido em países como a França, a Alemanha e os Estados Unidos da América. O que fazemos é levar os cientistas portugueses que trabalham fora de Portugal às escolas locais para falar de ciência em português. Ao levar os cientistas portugueses às escolas lá fora estamos a promover a imagem de Portugal no país de acolhimento, estabelecer relações de role model, fomentar a ciência e o ensino superior, incentivar ao bilinguismo e combater a exclusão social.

Joana Moscoso

Visionário
Londres, Reino Unido

Tatiana Correia

Facilitador
Londres, Reino Unido

Carina Santos

Comunicador
Paris, França

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